quarta-feira, 30 de março de 2011

Dúvidas sobre sexo anal ainda são frequentes entre as mulheres

A sexóloga Fátima Protti e o ginecologista Théo Lerner respondem a perguntas das leitoras
28/03/2011 10:36

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Parece mais do mesmo, mas não é. Impressiona o número de mulheres que manifesta dúvidas sobre sexo anal. Por isso, hoje a coluna será dedicada a esse tema e tem como convidado o ginecologista e sexólogo e Théo Lerner.

Durante o sexo com o meu marido, algumas vezes toco bem próximo ao ânus dele. Eu percebo que ele gosta, mas logo pede para eu parar. Não entendo essa atitude.
Alguns homens ficam desconfortáveis porque acreditam que somente homossexuais podem sentir prazer nessa região. Eles desconhecem que ao redor do ânus existem enervações que, ao serem estimuladas, provocam grande excitação e prazer independente da orientação sexual. (Fátima Protti)

Falando de higiene: pode ocorrer alguma situação constrangedora durante o sexo anal? É possível algum tipo de prevenção?
Na prática do sexo anal sempre existe a possibilidade de contato com o material fecal, que pode estar presente na região retal. Evacuar algumas horas antes de praticar o sexo anal para esvaziar o reto pode diminuir essa possibilidade. Da mesma forma, o uso de enemas ou lavagens também diminuem o risco de contato com as fezes. Contudo, esses recursos de limpeza devem ser utilizados com moderação, pois tal prática interfere na flora bacteriana local e pode causar irritações. Mesmo com todos os cuidados descritos, se acontecer algum "acidente", o melhor a fazer é levar na esportiva e partir para o chuveiro. (Théo Lerner)

Posso ter algum tipo de ferimento grave ou fissura por conta do sexo anal? Nesse caso, como eu devo proceder?
O esfincter anal e a mucosa retal não possuem a mesma elasticidade e lubrificação da mucosa vaginal, portanto existe sim maior risco de lacerações ou contusões nesse local durante a prática do sexo anal. Em caso de dor forte ou sangramento, a saída é procurar um médico para avaliar a extensão do dano e saber quais são as medidas necessárias. Vale lembrar que cuidado e delicadeza são sempre importantes para a prática do sexo anal. (Théo Lerner)

É possível uma “mulher real” ter prazer com o sexo anal? Ou isso só é visto em filmes eróticos?
Sim, é possível. No entanto, para curtir, primeiro é preciso se sentir à vontade com a prática. A iniciação do sexo anal deve ser gradativa e com bastante gel lubrificante à base de água e camisinha para facilitar a penetração – além disso, a camisinha também protege contra DSTs e AIDS. O parceiro deve começar com o dedo, fazendo movimentos suaves circulares e de introdução. Em alguns casos são necessárias mais de uma transa para a introdução do pênis – tudo deve ser feito com cuidado e lentamente. A mulher precisa sentir prazer e não dor durante o sexo anal, mas se isso não for possível, então talvez seja melhor optar por outras práticas sexuais. (Fátima Protti)

Fazer sexo anal com frequência pode prejudicar a minha saúde ou mudar o meu corpo?
Não existe nenhuma mudança corporal específica associada à prática de sexo anal. Os prejuízos à saúde podem ser minimizados com uma prática consciente, evitando excessos e se protegendo com o preservativo. (Théo Lerner)

terça-feira, 22 de março de 2011

O que as mulheres querem na cama




(Em outras palavras, veja como é fácil nos agradar entre quatro paredes.)

Por Clarissa Corrêa

Já faz algum tempo que eu queria escrever sobre isso, mas nunca dava. Há algum tempo, assisti um programa da Oprah em que uma das entrevistadas era a atriz pornô Jenna Jameson (uma loira peituda, como a maioria delas). Dia desses, estava dando a reprise e resolvi assistir novamente, porém com mais atenção. Afinal, o que as mulheres querem? O que gostam? Mulheres curtem somente filmes com historinhas? Como funciona o universo pornô feminino?

Acho que hoje em dia, por incrível que pareça, ainda existe muito preconceito. Há algumas semanas fui na farmácia e, dentre outras coisas, comprei camisinha. Na fila, senti olhares curiosos e espantados de homens. Oi? Camisinha, conhece? As pessoas têm uma mania incrível de rotular e julgar as outras, o que acho totalmente fora de propósito. O que tem de mais comprar camisinha? Esses olhares esquisitos fazem com que eu me sinta constrangida em chegar para o moço do caixa e entregar o produto com a mesma naturalidade que eu entregaria um remédio para dor de cabeça.

Sexo sempre foi um assunto mais comum entre os homens. Os meninos, quando pequenos, ficam pegando no "tico", sacudindo, puxando, descobrindo o que é aquele negócio pendurado no meio das pernas. As meninas, não, pois o negócio delas é interno, como assim ficar com a mão na perereca? O que é isso? Não pode. E a coisa toda vai sendo construída dessa forma: o menino cresce, o pai diz pra ele se proteger, compra um pacote de camisinhas e fim de papo. E a menina? Bom, de repente a mãezinha tem o bom senso de levá-la ao médico, de dar algum tipo de orientação. Ou não. Depois, reclamam que a adolescente de 15 anos apareceu grávida. Se o assunto fosse falado e conversado sem aquela tarja preta escrito coisa-que-não-se-fala-na-frente-de-todo-mundo as crianças e adolescentes teriam uma melhor visão do sexo e até mesmo do próprio corpo, afinal, para ter uma vida sexual boa a pessoa precisa se conhecer.

Os homens consomem pornografia como bebem água. No meio do trabalho recebem um e-mail com fotos de mulher pelada ou um vídeo com mulher se masturbando e todo mundo acha natural. Mas, a gente sabe, se um grupo de mulheres se reunir na frente do computador de uma colega no horário do expediente para ver um gostosão com um pau enorme se masturbando, ah, não pode, que horror, piranhas. Infelizmente, o mundo é assim. Algumas coisas já mudaram, outras não. Acho que as mulheres têm vergonha da própria sexualidade.

Muitas das minhas amigas dizem que não se masturbam. Eu acho que se você não conhece o próprio corpo, não sabe onde gosta de ser tocada dificilmente terá prazer total na vida a dois. Muita gente tem vergonha de ter um vibrador, por exemplo. Acham feio, grotesco, agressivo. Hoje em dia, existem milhares de modelos. Você encontra muitas sex shops online, ou seja, ninguém te vê, você escolhe o que quer na segurança da sua casa, eles mandam em caixinhas discretas e ninguém sonha o que tem lá dentro, só você.

Toda mulher quer ser vista. E esse "ser vista" não é ser olhada superficialmente. As mulheres querem ser olhadas no fundo. Do avesso. Toda mulher quer se sentir desejada. Jenna Jameson, na entrevista, falou uma coisa que acredito muito: a mulher quer se soltar tanto com o seu parceiro a ponto de se sentir uma atriz pornô. Porque as mulheres amam o amor, é claro. Adoram ser amadas e cuidadas. Mas as mulheres também querem tirar a roupa, a máscara, tirar tudo e virar outra. No sexo a gente acaba virando outro e, ainda assim, sendo o mesmo.

Não existe uma mulher que nunca tenha olhado-para-o-teto. Olhar para o teto é assim: o sexo tá meia boca, o cara tá curtindo, você tá lá ah-ah-oh-oh louca que a coisa termine e não termina nunca e o cara continua curtindo e você ah-ah-oh-oh e olha para o teto procurando alguma falha na pintura, alguma teia de aranha, algum mosquito. Aí acaba. Ele goza, você sorri e pensa que-bom-vamos-dormir-agora. Tem mulher que nunca goza. Tem mulher que sempre finge. Tem mulher que finge às vezes. Tem mulher que nunca fingiu. Vou ser sincera: nunca fingi. Acho assim: às vezes a gente goza, em outras não. E tudo bem, não é pecado não gozar. E não gozar não quer dizer que o sexo tava ruim. O problema é quando o olhar para o teto vira regra e não exceção. Tem gente que se acostuma com essa coisa meia boca. Muitos têm medo de conversar sobre sexo, fantasias, posições preferidas, desejos, etc.

O casal tem que estar aberto para a conversa. Você fala como gosta, ele diz o que prefere. Mas ambos precisam se enxergar. Não adianta um só se esforçar. É claro que ninguém é máquina sexual, existem períodos de baixa e de alta. Muitas vezes você está com mais tesão, em outras fica sem vontade. A vontade de transar depende de muitos fatores. O cansaço e a correria muitas vezes falam mais alto. Os problemas no trabalho também. A própria relação do casal influencia. Se as coisas não estão legais é difícil o sexo rolar legal. Mas uma coisa é certa: sexo não segura relacionamento. Não adianta você achar que vai segurar o cara dando shows toda a noite. Isso não sustenta nenhuma relação.

E quando as coisas estão mornas? Compre uma lingerie nova, alguns brinquedinhos ou fale. Sim, falar ajuda bastante, principalmente se você disser tudo que tem vontade de fazer. É preciso ter coragem, se libertar de pequenas vergonhas ou aquele velho o-que-ele-vai-pensar. É claro que o cara também tem que ter noção. Se você já comprou coisinhas novas e ele nem se manifestou, converse. Pergunte o que está havendo.

Mas o que as mulheres querem? Toda mulher quer que o homem olhe pra ela com vontade. Que ela enxergue nos olhos dele esse-cara-realmente-quer-me-comer. Que ele não seja previsível. Que beije muito. Que preste atenção nas preliminares, que são essenciais. Que pegue, pegue com força. Segure pelo cabelo, beije a nuca, o pescoço. Que faça massagem. Que entre no chuveiro para tomar banho junto. Que tenha ideias e seja criativo. Que acenda velas, que prepare o ambiente. Nenhuma mulher quer um cara que se deite, daqui a pouco fique de pau duro, dê dois beijinhos e parta pra cima. Não! E tem outra: mulheres têm dias mais amorosos (ou seja, você precisa dar mais carinho, beijinho, olhar no olho, ser amoroso) e dias menos amorosos (ou seja, você pode puxar cabelo, dar tapa na bunda e falar putaria que tá tudo certo). Mulheres também gostam de filmes e de putaria, não são só os homens. Quem pensa assim tá muito enganado. Hoje em dia cresce cada vez mais os filmes pornôs dirigidos por mulheres. É bom lembrar que não é só a mulher que precisa estar cheirosinha, o homem também precisa se cuidar. E, principalmente, conquistar.

Homens têm a mania do egoísmo. Pense na sua mulher. Mande uma mensagem no meio do dia dizendo tudo que quer fazer com ela mais tarde. Escreva um e-mail mais caliente. Mande para o trabalho dela uma caixa com uma calcinha bonita dentro. Leve ela em algum lugar especial com os olhos vendados. Crie. Reinvente a relação. Mas nunca, nunca esqueça: preste atenção na sua mulher. O que a mulher mais quer é se sentir única, desejada, saber que só ela excita o homem que está ao lado dela. Se você conseguir fazer sua mulher se sentir única e especial na cama a vida de vocês fora dela vai se tornar muito melhor.

Para Eles


Por Clarissa Corrêa

Escrevo para você, que acha que entende tudo de sexo. Você pensa que sabe lidar com todas as mulheres. Pois eu digo: não sabe, não, seu bobalhão. Pensa que é esperto, só por que tem anos de revistas de mulheres peladas nas costas, multiplicados por anos de videozinhos pornográficos ,somados a anos de trepadas de uma noite.

Para começar, esqueça aquele papo de que mulher adora palavrinha de amor antes de transar. Para levar uma mulher para cama você não precisa ser romântico. É claro que mulheres amam pequenas delicadezas, velas aromáticas, massagens com óleos e flores, mas toda mulher adora uma palavra firme, um sussurro, uma baixaria dita baixinho no ouvido, pegada forte e segurança. Homem tem que ser homem. Entende essa frase? Não somos o sexo frágil, não. E queremos – de verdade - que vocês mostrem o quanto são fortes. Não é para dar soco, tapa e chute, sexo não é luta livre. Mas aposte numa boa puxada de cabelo e total virilidade.

A socióloga Camille Paglia disse uma frase que acho ótima (em resposta a todo esse movimento para transformar os homens em pessoas cheias de nhéin nhéin nhéin): “Eu diria para os homens: fiquem de pau duro! E para as mulheres: lidem com isso!”. Toda mulher quer um pau duro. Duro, não, beeeeeeem duro. O pau duro para a mulher é um troféu, uma prova de que ela é poderosa, excita o homem, enlouquece o cara que está com ela, é a prova de que naquele momento é a única criatura capaz de fazer com que o pau fique duro. Bem duro.

Como eu já falei outras vezes, as mulheres querem ser únicas até o fim. Somos criadas para isso. Crescemos ouvindo a Cinderela, que tinha o príncipe. E é claro que a Cinderela encantou o príncipe. Somos criadas para encantar, somos feitas para atrair o sexo oposto. Somos bichos, queremos um pau duro. Queremos deitar e rolar com o pau duro. Queremos nos aproveitar do pau duro. Queremos mostrar para o mundo todo que somos capazes de deixar um cara aos nossos pés. E de pau duro. Insisto no pau duro, pois ele é a representação mais do que clara de que somos realmente irresistíveis.

Achou distante essas afirmações? Qual a primeira pergunta que uma mulher faz quando você não transa mais com ela? Você está me traindo? Está comendo outra pessoa? Perdeu o tesão por mim? Perdeu o interesse? NÃO ME AMA MAIS? É exatamente isso: se o cara não manifesta mais nenhum tipo de tesão, a mulher pensa que o amor acabou. Por quê? Porque queremos um homem sempre de pau duro. O pau duro representa, além de vontade, desejo, amor. Sabe por quê? Porque se vocês dois se beijam, se abraçam, riem, se divertem, dançam juntos, contam segredos, andam de mãos dadas, mas não trepam, a mulher nunca pensa que é uma fase (sim, temos fases. Uma hora transamos mais, em outras menos), e sim QUE VOCÊ NÃO AMA, QUE NÃO QUER MAIS, QUE ACHOU OUTRA. Sempre relacionamos uma coisa com a outra. Mesmo que as duas coisas nunca tenham se cruzado na vida.

Uma mulher quer ser admirada. Notada. Vista. Despida. Com os olhos, com as palavras, com a boca, com os dedos, com tudo. Muito elogio, muita admiração, muito olho no olho, muita sacanagem no ouvido. É isso que uma mulher quer. A gente não quer só tirar a roupa e partir para o sexo. A gente quer carícia, beijo no pescoço, baixaria, puxada de cabelo, ousadia, proposta indecente. É isso: indecência. Amor e indecência. Não necessariamente nessa ordem.

Você, que acha que entende tudo de sexo, preste bem atenção: você não sabe nada. Homens e mulheres são diferentes e todos nós sabemos disso. Homens são mais visuais. Mulheres se excitam com palavras, mãos, gestos e um fantástico sexo oral. A maior parte dos homens se acha mestre nessa arte, mas, cof, cof, desculpem, vocês não sabem de nada. Neste caso, a pressa é INIMIGA MORTAL da perfeição. A força não é bem-vinda. Tenha jeito. Muito jeito. Treine com um pote de iogurte, se for o caso. Mas treine. Treine muito. Um bom sexo oral desarma qualquer mulher. Ficamos completamente desnudas. Em todos os sentidos. E aí, meu amigo, podemos realizar todas, todinhas as suas fantasias.

sábado, 19 de março de 2011

Dez dicas para esquentar a sua noite




"Burocrático". Se é desta forma que você define o sexo no seu namoro, está na hora de fazer algumas mudanças radicais. Mesmo que você não seja uma "mestre do sexo" e nem esteja a fim de comprar uma edição do Kama Sutra para praticar em casa, existem algumas coisas que você pode (e deve) fazer para esquentar a sua noite.
Depois de um certo tempo no relacionamento, o sexo tende a perder um pouco do mistério - principalmente pela falta de criatividade do casal. O sexo tem infinitas variações e com certeza há muita coisa que pode ser posta em prática. O tempo de convivência e a cumplicidade entre o casal contarão a favor, já que os dois se sentirão mais à vontade para dividir fantasias e cometer pequenas loucuras.
Não force situações com as quais você ou ele não se sintam bem. E não se esqueça que não importa o tempo de convivência do casal: a camisinha continua sendo fundamental. As sugestões da lista abaixo, dadas pela sexóloga Glene Faria, podem dar o empurrão que falta para acabar com a burocracia na sua transa.

1. Melhorar a auto-estima
Você não vai convencer seu parceiro de que a noite será maravilhosa se não se convencer disso primeiro. E o primeiro passo é se achar atraente, bonita e gostosa. Um pneuzinho, uma ruga ou uma mancha não são motivos para se olhar no espelho e se sentir mal.

2. Conversar sempre
Você pode fazer sexo em silêncio - ou sem trocar uma palavra inteligível. Mas a conversa, na cama e fora dela, pode melhorar a qualidade do sexo. Diga, ou aponte a ele, onde gosta de ser tocada e o que lhe dá mais prazer. Incentive-o a fazer o mesmo.

3. Criatividade
Para tirar o seu parceiro da frente da televisão e instigá-lo a uma noite de amor, vale tudo. Bilhetinhos, recados apaixonados no telefone e até os telegramas fonados. Telefone para ele durante o trabalho e convide-o para uma viagem maravilhosa essa noite. Talvez ele peça ao chefe para sair mais cedo...

4. Bom humor
Durante o sexo, é preciso estar disposta. Nunca faça porque se sente obrigada. O homem sente mais prazer se perceber que você também está aproveitando. Mantenha o bom-humor mesmo que nem tudo saia como o planejado. Assim, você garante que vai haver uma nova oportunidade.

5. Romantismo
Pode parecer que só as mulheres gostam de romantismo, mas os homens também aproveitam esses momentos. Abuse dos carinhos, beijos e abraços. Prepare um jantar à luz de velas, mantendo o suspense para o que vem depois.
6. Mudar o ambiente
A mudança de cenário dá à relação um sabor diferente. Se o quarto e a cama parecem convencional demais, porque não a sala, a cozinha ou até a lavanderia? Um motel também é uma ótima opção, principalmente se outras pessoas moram na casa. Um bom espelho no teto e uma banheira de hidromassagem, mesmo sendo clichês, são muito excitantes.

7. Explore as fantasias
Descubra suas fantasias e as compartilhe. Diga ao seu parceiro o que você gostaria de fazer com ele e coloque em prática. Deixe que ele faça o mesmo. É importante que os dois se sintam seguros e bem em realizar essas fantasias. Não faça algo que não faz você se sentir bem e nem obrigue-o a fazer.

8. Sedução
O sexo envolve todos os sentidos e você pode colocar usar e abusar de todos eles. Impressione sua visão com uma lingerie sensual e um striptease. Faça nele uma massagem sensual, enquanto sussurra em seu ouvido o que vem depois.

9. Variações
Experimente novas posições sexuais. Pratique o sexo oral e o sexo anal, desde que se sinta à vontade. As variações vão provocar novas sensações e você vai querer repeti-las.

10. Brinquedos
Além de você e ele, brinquedos eróticos também podem participar do momento de prazer. Faça uma visita a DeliceSexShop.com.br e veja que existe muita coisa para ser usada além das algemas...

Laura Naime

sexta-feira, 18 de março de 2011

O que fazer para evitar o desgaste na vida sexual?



Namoro há três anos e seis meses e estou enfrentando muitos problemas na vida sexual com meu parceiro. O que eu faço?

Resposta: Quanto mais à vontade cada um se sente com a própria sexualidade, maior o potencial para cuidar dessa área na vida a dois.

Essa é uma condição para a disposição de reservar mais tempo para a expressão sexual e para aprender a eliminar as pressões do dia a dia que podem interferir negativamente na resposta sexual.

A manutenção do interesse sexual mútuo depende da capacidade de surpreender com novidades no relacionamento. Isso não significa ter que impressionar com inovações extravagantes e nem com malabarismos sexuais, mas ter criatividade para aperfeiçoar a exploração sensorial envolvente:

- qualquer área do corpo pode ser erógena, e não só os genitais, explore o tato/toque com boca e mãos - aperfeiçoe isso, de modo leve, solto e desencanado (brinque!);

- tenha empenho para criar um clima de intimidade agradável e comprometimento com a sintonia a dois.

A motivação do casal para a satisfação geral na vida a dois é o maior estímulo para promover situações sexuais prazerosas.

Fonte: Margareth dos Reis - vyaestelar

sexta-feira, 11 de março de 2011

DISFUNÇÃO DO DESEJO SEXUAL FEMININO

DESEJO SEXUAL HIPOATIVO

"Sinto-me cobrada na cama. Finjo prazer ou me queixo de dor de cabeça."


Cada vez mais as mulheres procuram ajuda quando sentem-se desmotivadas sexualmente. Buscam apoio em amigas, profissionais da área de saúde, como psiquiatras, psicólogos ou mesmo ginecologistas. Raramente abrem-se com seus parceiros por se sentirem ameaçadas na estabilidade de seus relacionamentos.

Muitas vezes, adotam a velha postura de "luta ou fuga". Ou seja, ou combatem o seu problema insistindo na relação sexual, mesmo não prazerosa, fingindo deleite e orgasmo, (o que deixa o parceiro de fora da realidade e excluído como apoio), ou fogem do contato sexual como o "diabo foge da cruz", queixando-se de dores de cabeça, cansaço e irritação, (evitando o apoio do parceiro, que geralmente sente-se rejeitado).

Muitas vezes o problema é deslocado para o companheiro, encarado como o "inimigo", responsável pela perda do desejo. A depressão é uma conseqüência freqüente e o desajuste conjugal é o passo seguinte.

Mas o que é isso?
Chamamos de Desejo Sexual Hipoativo (DSH) a esse transtorno sexual que acomete, em média, 35% da população brasileira. Caracteriza-se por uma diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e de desejo de ter atividade sexual. Há dificuldades no envolvimento com o parceiro, pois este queixa-se de falta de intimidade ou reciprocidade.

E diminui por quê?
Vários fatores podem determinar o DSH. Dentre os fatores orgânicos, devemos dar atenção a desequilíbrios hormonais. O aumento de prolactina, a diminuição de testosterona ou de estrogênio, podem causar uma baixa importante da motivação sexual. Várias medicações já estão disponíveis para lidar com esses problemas, como os hormônios de reposição ou drogas que restituem o equilíbrio hormonal.
Quando há infecções na vagina ou nódulos, a melhora destes quadros, com tratamento apropriado (antibióticos, analgésicos, lubrificantes, tratamento cirúrgico), restaura o desejo sexual.
Outro grande fator de diminuição do desejo é a depressão. Quadros de intensa tristeza e sentimentos de menosvalia acabam com o apetite sexual. O tratamento desses transtornos com antidepressivos pode restaurar o prévio desejo sexual. Infelizmente, grande parte dessas medicações pode provocar efeitos colaterais sexuais a curto e a longo prazo, como diminuição do desejo, impotência, retardo da ejaculação e anorgasmia. Por essa razão, o tratamento de depressão deve ser ministrado e acompanhado pelo psiquiatra. Existem algumas medicações que podem ser prescritas como "antídotos" para esses efeitos colaterais sexuais. Dessa forma, a pessoa pode se beneficiar do tratamento para depressão, sem prejudicar sua vida sexual.
Os fatores sociais e psicológicos têm muito peso no Desejo Sexual Hipoativo.
A forma de criação das mulheres nos países ocidentais, com muita repressão e influências culturais negativas no que tange à sexualidade, trouxe profundas conseqüências para a vida sentimental e sexual feminina. A mulher não é tão estimulada a se ver, a se tocar e a se conhecer sexualmente quando comparada ao homem. Educava-se para não permitir que a sexualidade feminina viesse à tona. Após a revolução sexual dos anos 60, houve uma tentativa de inversão desses valores. No entanto, busca-se ainda hoje um meio termo, um equilíbrio para a real identidade feminina.
É comum o conflito entre ser uma mulher maternal e também sexual, como se fossem funções incompatíveis. As queixas de baixa libido e depressão não são raras após o parto. O casal pode começar a se desajustar mesmo durante a gravidez. A mulher passa a se ver e a ser vista como um ser idolatrado, puro, destituído de atrativos sexuais. Passa a negar o lado sexual em prol de ser mãe.
Situações traumáticas de abuso sexual, mensagens anti-sexuais durante a infância, culpas, comportamento sedutor por parte dos pais, dificuldade em unir amor com sexo em si mesma (esposa X prostituta), raivas entre o casal e competição temida com o pai ou mãe, entre outras, são fontes de baixa libido nas mulheres.

Possíveis soluções:
O DSH é uma das disfunções mais difíceis de se tratar, pois geralmente acomete o indivíduo por longos anos, dado que as pessoas resistem muito em procurar ajuda. É freqüentemente originado por fatores psicossociais, sendo os raros casos de organicidade encaminhados para especialistas.
Grande parte das mulheres pode beneficiar-se de reeducação sexual, visando a informação e a permissão sexual. Ou seja, muitas mulheres não aprenderam a se aceitar sexualmente e a se conhecer, devendo passar por um processo de reeducação sexual a nível de consultório. É o que chamamos de terapia cognitivo-comportamental.
Outras apresentam problemas mais profundos de auto-estima, de culpas e de repressões. Para esses casos, a psicoterapia de orientação analítica e/ou o psicodrama podem ajudar significativamente.

Não deixe de procurar ajuda.
Busque uma alternativa para sua saúde sexual!

Disfunção erétil também é assunto de mulher

Disfunção erétil também é assunto de mulher
A participação da companheira é fundamental para o sucesso do tratamento da dificuldade de ereção e da satisfação sexual do casal.


Quem pensa que a Disfunção Erétil (DE) – dificuldade masculina de obter e/ou manter a ereção suficiente para um desempenho sexual satisfatório – é problema restrito ao universo masculino está muito enganado. A figura feminina exerce influência determinante no incentivo ao seu parceiro, no sentido de consultar o médico, descobrir as causas da DE e seguir o tratamento adequado.
Motivos para que elas participem não faltam. De acordo com o estudo Mosaico Brasil*, mais de 50% dos brasileiros acima dos 40 anos têm algum grau de disfunção erétil. Esta estimativa preocupa, especialmente se o homem não puder contar com o apoio de sua parceira.
E nem sempre este apoio ocorre. Segundo Carmita Abdo, psiquiatra e coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do estudo Mosaico Brasil, a maioria das mulheres prefere não se envolver na decisão do parceiro usar ou não medicamento para tratar a DE. O estudo aponta ainda que quando questionadas sobre o que fariam se pudessem decidir se o parceiro deve ou não utilizar medicamento para ereção, 34,6% das entrevistadas declararam que esta é uma decisão exclusiva dele; 35% afirmaram não ter opinião definida; 21,1% apoiariam o uso deste tipo de medicamento, enquanto 9,3% não apoiariam.
Segundo Carmita Abdo, “São vários os motivos que levam as mulheres a agir assim. Algumas delas acham que o medicamento, e não elas próprias, estimulará sexualmente o homem. Há também aquelas que temem que o parceiro use o medicamento em outros relacionamentos”.
As mulheres devem ser esclarecidas de que a DE está associada a uma série de problemas de saúde. Sua causa pode estar relacionada a questões orgânicas e/ou psíquicas, de intensidade leve a severa, o que reforça a importância do envolvimento da parceira no tratamento.
Para a psiquiatra, o apoio que a mulher pode conceder ao homem é o incentivo na busca por orientação médica. Até porque a DE pode preceder os sintomas e estar frequentemente associada a doenças como diabetes, hipertensão, colesterol alto, doenças cardiovasculares, doenças da próstata, depressão, ansiedade, entre outras.
A dificuldade de ereção tem tratamento. Inclusive portadores de insuficiência cardíaca, hipertensão e outras doenças relacionadas ao sistema cardiovascular podem fazer uso de medicamentos que favoreçam a ereção, como o Viagra, desde que orientados por seus médicos.
A psiquiatra alerta às mulheres para que entendam o que significa a disfunção erétil de seus parceiros e sejam mais participativas no incentivo ao tratamento não só da disfunção, mas especialmente da sua causa. Embora a DE acometa o homem, essa dificuldade influi na qualidade de vida e na satisfação sexual do casal.
Mosaico Brasil foi a maior pesquisa sobre sexo e afeto já realizada no País. Mapeou, ao longo de 2008, o comportamento afetivo-sexual de 8.237 homens e mulheres de 10 capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Manaus, Salvador, Fortaleza e São Paulo (com CDN Comunicação Corporativa

terça-feira, 8 de março de 2011

Ser Mulher



Mulher
Semente...
SER-mente...
SER que faz gente,
SER que faz a gente.

Mulher
SER guerreiro, guerrilheiro, lutador...
multimidia, multitarefa, multifaceta, multi-acaso...
multi-coração...

Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai, sem perder a conta,
sem se dar conta, de que esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi usurpado e que agora é por ela ocupado.

MULHER...
Esse SER florado,
esse SER adorado,
esse SER adornado,
que nos poem em um tornado,
nos deixa saciado e transtornado,
que nos faz explodir e sentir extasiado.
SER admirado...

MULHER...
Nesse final de milénio, faça a transição.
Tire de seu coração a semente que vai mudar toda a gente
levando o mundo a ser mais gente...
Um mundo mais feminino,
mais rosado e sensibilizado,
mais equilibrado e perfumado...

PARABENS MULHER !!!
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essencia da natureza humana.

Parabéns...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Masturbação Feminina

Masturbação feminina
Muitas fazem, poucas falam. Por que esse prazer solitário ainda é um tabu?



Falar sobre sexo é fácil. Mas quero ver falar sobre o que você faz durante o banho demorado naqueles dias em que está sozinha e cheia de tesão. Você ruboriza, tosse, gagueja e faz de tudo para mudar de assunto o mais rápido possível. Taí: parece que ainda é um tabu falar sobre masturbação feminina.

É feio?

A masturbação é rodeada por mitos. O sexólogo Helio Felippe lembra que, por gerações e gerações, tanto mulheres como homens eram assustados por ameaças que envolviam prazer solitário e castigo. "Diziam que, se alguém brincasse com seus genitais, teria pêlos nas mãos, ficaria cego, aleija do ou até louco. Hoje supõe-se que todos saibam que essas histórias faziam parte de uma tática repressiva amedrontadora", afirma. Hélio acrescenta que estudos científicos comprovam que a masturbação não faz mal a ninguém - muito pelo contrário.

Ainda assim, muitas mulheres ficam melindradas com o assunto. "Na nossa sociedade conservadora e machista, muitas mulheres sentem culpa, medo, vergonha e nem falam muito à respeito dessa prática. Algumas nem conhecem direito o seu órgão genital, confundem vulva com vagina, não sabem localizar a uretra e o pior: o clitóris é um órgão esquecido", afirma o sexólogo.

Apesar do avanço do mercado de produtos eróticos voltados para o público feminino, com direito a boutiques eróticas só para mulheres e da ampla divulgação na tevê e no cinema do vibrador Rabbit, falar sobre masturbação feminina é delicado. "Quando falamos em masturbação é a masculina que logo vem à mente, não é mesmo? Nós mulheres também fazemos, porém não comentamos", diz Cristiane Ferlin, para quem se dedicar ao prazer solitário é muito bom. "Nos ajuda a conhecer melhor o nosso corpo, onde gostamos e como", conta.
Aliás, quando alguma mulher ousa tocar no assunto masturbação, a fala é sempre a mesma: "É uma maneira de conhecer melhor o próprio corpo". A questão é que, depois de ser apresentada e criar intimidade com cada milímetro do corpo, a gente continua se masturbando. Maria Clara diz: "Faço sempre que me dá vontade! Ainda mais quando estou doida pra fazer amor e meu marido só dorme ou quer ver TV", conta ela, dizendo que chega a sentir dores no corpo. "Daí, tento aliviar e relaxar assim. É uma forma de se conhecer cada vez mais e também de se satisfazer", diz ela.

Se toca

Tem mais gente que fala sobre o assunto com desenvoltura, como Samantha Freire. "Eu adoro masturbação. Nem sei quando me masturbei pela primeira vez, mas acho ótimo", se entrega. "A frequência varia, bem como varia nossa libido. Tem dias que dá até desespero por um orgasmo. Ui! Daí, se não tem mais ninguém para ajudar, servem os dedos mesmo. Aliás, servem muito bem", diz.

Quem acredita que nenhum homem saberá tocar uma mulher tão bem quanto ela mesma. "Assim como nunca os tocaremos como eles próprios se tocam. Mas eles podem aprender como é bom - a prática leva à melhora", ressalta ela, que curte se masturbar na frente do namorado. "Faço sozinha ou pra ele. Ele também faz pra mim e curtimos juntos. É demais", entusiasma-se.

Segundo o sexólogo Helio Felippe, toda mulher é capaz de atingir o orgasmo através da masturbação. "Em alguns casos mais difíceis, ela precisa antes familiarizar-se com a técnica masturbatória e liberar-se da culpa e de outros problemas psicológicos. Deve relaxar e ficar sozinha. No início talvez precise masturbar-se uma hora por dia durante várias semanas, antes de atingir o orgasmo. Uma vez conseguido o primeiro, cada orgasmo subsequente torna-se mais fácil de atingir", ensina.

Para Helio, a masturbação é a solução ideal para liberar a tensão sexual da mulher que está sozinha por qualquer razão - viagem, divórcio, isolamento. "A mulher que está suficientemente familiarizada com o seu próprio corpo para compreender com exatidão o que mais a agrada será uma parceira sexual mais aberta e sensível", afirma ele, lembrando que a masturbação não precisa ser praticada solitariamente. "Muitos casais gostam de se masturbar juntos, ou um ao outro, como parte das preliminares ou para atingir o orgasmo mútuo".



Dando uma mãozinha

Helio Felippe lembra que, se a masturbação manual for considerada muito cansativa, um vibrador pode ajudar: "Deixar a inibição de lado e visitar a Delice Sex Shop pode ser um programa bastante animado e excitante, principalmente se você for na companhia de amigas ou do seu parceiro". Isso pode colaborar para que a coisa aconteça com mais naturalidade e que não seja vista como um bicho de sete cabeças.
"De acordo com o nível de liberação, pode-se escolher desde acessórios excitantes, roupas íntimas, cremes até vibradores de diversos tamanhos, tudo para alimentar e apimentar as suas fantasias. Além disso, um espelho entre as pernas permite que a mulher observe a masturbação. Essa sensação visual muitas vezes é excitante", finaliza o sexólogo.

domingo, 6 de março de 2011

Consultora do mercado erótico dá dicas para mulheres comprarem o primeiro vibrador

Consultora do mercado erótico dá dicas para mulheres comprarem o primeiro vibrador
Descubra qual o seu perfil de consumidora e veja qual modelo pode ser mais indicado.





Comprar o primeiro vibrador é um pouco como jogar dados na sorte, diz Paula Aguiar.
Não há nenhuma maneira de saber qual você vai gostar, sem experimentar antes. Mas isto não significa que você não pode melhorar suas chances de acertar na compra.
Confira a seguir o passo a passo para encontrar o vibrador ideal para sua preferência:

:: Inicialmente escolha algo barato e versátil, que possibilite tentar coisas diferentes e se, por acaso não for tão incrivelmente maravilhoso, que não a faça se sentir mal por perder alguns poucos reais.

:: Você pode não saber exatamente o que você quer de um vibrador, mas se tem uma ideia de que tipo de estímulo mais gosta, isto pode ajudar a diminuir as opções. A melhor maneira de descobrir isso é através da masturbação. Se você não está confortável com a masturbação, o vibrador não vai resolver esse problema. Muitos vibradores são grandes estimuladores externos exercendo assim uma função masturbadora para que, na sequência, sejam usados para penetração.

:: O que você quer que o vibrador faça?
A maioria das pessoas escolhe vibrador baseado em utilidade. Os vibradores não são feitos para determinados tipos de pessoas, eles são feitos para determinados tipos de brincadeiras sexuais. Deseja algo para estimulação externa, penetração, ou ambos? Você está procurando um vibrador para sexo anal, um vibrador para ser usado no pênis, clitóris ou mamilo, algo para estimular ou relaxar? Pense nisto para escolher um modelo. O caminho para encontrar um vibrador ideal para você, pode ser tão divertido como usar o vibrador que você acaba de comprar.

:: Sozinho, junto, ou ambos?
Os vibradores não são feitos para pessoas específicas, mas alguns são projetados mais para usar sozinho ou para uso compartilhado. Muitas vezes, quando você escolhe um vibrador que é para o uso compartilhado, cada um tem que se comprometer um pouco com seu próprio prazer. Considerando que, se você está apenas tentando agradar a si mesmo, há menos critérios a cumprir. Alguns casais acabam adquirindo dois vibradores que usam em conjunto, enquanto outros preferem simplicidade e encontram um meio de usar um único que é bom o suficiente para ambos.

:: Quanto você quer gastar?
Nem sempre há uma correlação entre a qualidade e o prazer. Um vibrador barato pode ser tão divertido quanto um vibrador de luxo, mas provavelmente não vai durar tanto tempo.
Uma vez que você sabe o que gosta, invista em produtos de alta qualidade, pois têm maior durabilidade — e muitas vezes têm melhor design. Mas, para começar, e a menos que você tenha um monte de dinheiro para gastar, fique com produtos mais econômicos até ganhar experiência com os dispositivos: assim poderá comprar 2 ou 3, ao invés de um único modelo. Não há nada pior do que gastar dinheiro em um vibrador que acaba acumulando poeira na gaveta ao lado da cama.

:: Reagindo ao seu vibrador
Outra consideração antes de você comprar o seu primeiro vibrador é verificar se você tem algum problema de saúde como alergia, irritabilidade ou dor em alguma parte do corpo. Enquanto alguns fabricantes de vibradores estão tendo maior preocupação com os materiais que compõem os vibradores, outros ainda fazem um mistério em relação a composição e estes produtos podem até causar reações alérgicas.

Paula Aguiar (Consultora do mercado erótico e autora dos livros Guia de Negócios Sex Shop e Manuais My Vibe).

História do Dia Internacional da Mulher

História do Dia Internacional da Mulher, significado do dia 8 de março, lutas femininas, importância da data e comemoração, conquistas das mulheres brasileiras, história da mulher no Brasil, participação política das mulheres, o papel da mulher na sociedade.



História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.



Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

sábado, 5 de março de 2011

Sexo Anal - DESVENDE ESSE TABU E SINTA PRAZER



Muitos casais enfrentam problemas por causa do sexo anal. Ou não gostam de discutir o assunto, ou se sentem reprimidos pelo(a) parceiro(a) que insiste em praticá-lo. Muitas vezes, o resultado dessa situação é a falta de harmonia da dupla e a insatisfação de um dos lados. Por isso, é importante conhecer o sexo anal antes de tomar a decisão de fazê-lo ou não. A www.delicesexshop.com.br, oferece dicas, sugestões, além de todos os produtos indicados para a iniciação desta prática tão prazerosa, como gel lubrificante, gel anestésico, ducha para limpeza anal, micro estimuladores entre outras tantas opções. Leia com atenção, converse com o seu parceiro(a) e aproveite!

1. É normal sentir dor durante o sexo anal?
A crença de que a estimulação anal, principalmente o coito, machuca ou dói é falsa. A maioria dos praticantes dessa relação não tem dor alguma. Mesmo assim, assusta e afugenta a maioria das pessoas que pensam em arriscar a novidade. No caso de dor, significa que algo está inadequado naquele momento. O ânus é uma região muito inervada e a sensibilidade pode inibir o prazer. Quando ocorre qualquer possibilidade de penetração anal (com o dedo, objeto ou pênis), acontece um espasmo (contração) dos músculos locais como se fosse uma defesa. Haverá dor se os parceiros não esperarem até que essa musculatura relaxe. Aliás, o relaxamento depende da cumplicidade, da confiança e do carinho. Só assim a penetração torna-se mais fácil.

2. O risco de infecções é maior?
Se não utilizar a técnica adequada, como o uso da camisinha e do gel lubrificante, o risco é maior. As DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) ocorrem, principalmente, através das relações sexuais sem uso de preservativo e por contato íntimo entre os genitais. Quando você apresenta qualquer sintoma, como bolinhas, coceira, verrugas, corrimentos (uretral e anal), vermelhidões, inchaço, dor abdominal, secreções, sangramentos anormais, desconforto ou queimação ao urinar ou dor intensa no ato sexual, um médico deve ser consultado imediatamente.

3. E a contaminação pela AIDS?
O reto e o ânus são órgãos com intensa irrigação sangüínea e é comum a existência de fissuras (pequenos cortes) na região. Por essa razão, o sexo anal é a fonte mais fácil de transmissão de doenças, como hepatite e AIDS. Por isso, é ainda mais importante o uso da camisinha. Para evitar ferimentos, deve-se usar também um gel lubrificante à base de água.

4. Pode-se contrair doença pelas fezes?
Sim. Por isso, após a penetração anal , nunca faça sexo vaginal em seguida! Vale para o pênis, brinquedos ou dedos, que não devem ser sugados ou penetrados, pois são contaminados com fezes ou com secreções fecais, nem sempre visíveis. Caso contrário, as conseqüências podem ser sérias, como infertilidade, pelviperitonite (infecção da região da bacia e abdômen), exigindo longos tratamentos à base de antibióticos. No caso de gravidez, há risco de aborto.

5. As partes internas do corpo sofrem com o sexo anal?
Quando há desconforto ou dor é porque alguma técnica errada está sendo utilizada. Usualmente, a prática do sexo anal deve respeitar o tamanho e a largura do objeto de prazer escolhido. Se exagerado, usado de forma contínua ou violenta, poderá com o tempo, provocar: piora de hemorróidas, fissuras por traumatismo local, incontinência de gases e secreções e a contaminação por Doenças Sexualmente Transmissíveis.

6. Como devo conversar com meu parceiro para experimentarmos a prática?
É possível que, ao abrirem espaço para um diálogo, a mulher ou o homem se mostre indisposto para a prática. Por isso, vale lembrar e ressaltar que o “não” é uma possibilidade tão plausível quanto o “sim” e precisa ser respeitado. Amar o outro é também considerar seus limites e seu tempo para cada prática sexual apresentada na relação e na fantasia. Se a mulher não aceita praticar o sexo anal, cabe ao homem perguntar, mostrar-se interessado pelos seus motivos e ouvir com atenção e carinho, não tentando convencê-la a qualquer custo de que precisam fazer para que ele possa se sentir satisfeito. Procure entender as razões dela e, ao mesmo tempo, expondo os seus desejos, falando de suas vontades e justificando o porquê de acreditar que poderiam ao menos tentar e vice-versa.

7. É mais prazeroso do que o sexo vaginal?
Depende de cada mulher. Pode ser igual ou maior. Tive muitos relatos de mulheres que preferem o anal.

8. Como evitar gafes, como defecar, por exemplo?
Para não correr o risco de soltar detritos fecais no pênis do parceiro – sim, isso é possível – uma boa limpeza do ânus é imprescindível. Para evitar o desconforto, evacue antes, se sentir vontade, e faça em seguida a devida higiene com água e sabonete, ou simplesmente higienize o local. Caso ocorra saída de fezes ou exale o cheiro característico durante a relação, relaxe e encare o fato com naturalidade, sem vergonha.

9. Como garantir uma boa penetração ?
A anatomia do ânus tem características específicas que o diferem de outras partes do corpo. O ânus não é tão elástico quanto a vagina e nem produz uma lubrificação natural como ela. Além disso, o reto é uma estrutura não retilínea. Depois de um pequeno canal do ânus que se conecta com a abertura anal, o reto se dirige para frente do abdômen. Após poucos centímetros se curva para trás e novamente para frente. Essas curvaturas exigem uma penetração progressiva e lenta para que estas ondulações se adaptem ao pênis. A agressividade leva a traumas locais. É preciso utilizar algum gel à base de água, vendido em Sex Shops, farmácias e supermercados, para amenizar o atrito do pênis. Cremes hidratantes e óleos à base de vegetais ou minerais não são recomendados, pois podem fazer com que o preservativo se rompa. Lubrificantes oleosos também ajudam no rompimento da camisinha porque alteram a estrutura e devem ser evitados. Os cremes ou óleos à base de vegetais ou minerais (vaselina, creme hidratante, manteiga, creme de barbear, etc.) não são adequados para lubrificar o ânus ou a camisinha. Esses produtos aquecem e fazem distender o látex do preservativo, provocando o rompimento. A saliva pode ser utilizada, mas geralmente é insuficiente em quantidade para uma boa lubrificação.

10. Quais as melhores posições para iniciar a prática e sentir menos dor?
A melhor posição sexual é aquela em que os parceiros fiquem à vontade, relaxados, com maior possibilidade de sentir prazer e que não leve a emoções negativas de medo, ansiedade e tensões musculares. A tentativa e o experimentar são válidos para descobrir a melhor maneira para que a penetração seja facilitada, sem dificuldades e sem dor. Os praticantes indicam para os principiantes ou àqueles que sentem muitos incômodos, a colher de costas (deitada com o abdômen para baixo sobre com um travesseiro, com o bumbum para cima). A mais perigosa para quem dá os primeiros passos ou se relacionam com parceiros estranhos é a posição de quatro. Nela o homem que penetra tem controle total da situação e pode não estar preocupado com a integridade física do outro.

11. Como deve ser a higiene do local antes e depois do sexo?
A higiene com água e sabonete, logo após a relação, é vital para se evitar complicações locais. O sexo anal por si só pode provocar pequenos ferimentos microscópicos na pele do ânus e região que são portas de entrada para bactérias e vírus. Geralmente não são lesões visíveis, mas existem mesmo se for usada muita lubrificação. Na hora do banho, muitas mulheres e homens exploram a região do ânus para saber se tem resíduos fecais antes da possível relação anal. Depois dessa exploração, com muito sabonete, pode-se forçar a evacuação se ainda restar fezes na ampola retal. Para os homossexuais, a prática da lavagem interna é comum e se for realizada com lubrificação e cuidados para não se ferir, tem como resultado uma boa limpeza do reto. Devido à dieta errada, estresse, constipação, diarréia ou outros problemas gastrointestinais, pode haver mais fezes ou resíduos fecais no reto. Nesses casos – muitas vezes sob orientação médica – pode-se optar pelo uso de uma limpeza mecânica do canal do reto, como o uso de enemas ou lavagens intestinais antes da relação.

12. Como o tamanho do pênis pode influenciar?
Relações anais com pênis de tamanhos maiores devem ser discutidas e avaliadas antes do ato. Na prática, a penetração deve ocorrer lentamente e com muita lubrificação. Há relatos que com pênis maiores há muito prazer sem complicações.

13. Como aumentar o estímulo do prazer?
A resposta sexual depende diretamente de suas emoções. Desta forma, para a prática de qualquer variação sexual, a resposta depende do grau de interesse, intimidade, cumplicidade e sentimento entre o casal, seja heterossexual ou homossexual. Vamos descrever passos do envolvimento e da relação anal, deixando claro que não há “receitas de bolo” ou maneiras predefinidas como corretas ou ideais. O toque é muito importante nas preliminares, mais ainda quando se pensa em praticar o sexo anal, que exige maior relaxamento e entrega entre os parceiros. Nas carícias, a boca e as mãos percorrem o corpo do parceiro explorando as zonas erógenas, proporcionando prazer e excitação.

14. É possível obter prazer anal sem penetração?
Muitos acessórios podem ser utilizados como estimuladores. Encontramos muitos deles no Sex Shop. A introdução de algo no reto pode ser desconfortável nas primeiras vezes, mas a pessoa se acostuma de forma relativamente fácil, se assim o desejar. Uma vez introduzido, o objeto estimula a glândula prostática, que fica ao lado da parede do canal anal no homem, ou estimula a parede vaginal, localizada ao lado desta região na mulher.

15. Sexo anal afrouxa as pregas anais ou esse é um mito?
Esse é um acontecimento raro. A anatomia da região anal mostra no ânus dois esfíncteres musculares em forma de anel que circundam o canal anal e que funcionam de forma independente. Sobre o esfíncter externo você tem controle, como os músculos da sua mão, já sobre o interno, não. O esfíncter interno é diferente, ou seja, controlado pela parte autônoma do sistema nervoso central, como os músculos do coração. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal. Quando ocorre uma penetração sem que o receptor esteja preparado, com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer trauma com ruptura de fibras musculares, gerando dor ou sangramento. Nos casos de atentado violento ao pudor pela introdução de acessórios de grosso calibre no ânus, de forma violenta, sempre há lesões de maior ou menor grau nestes esfíncteres. Se experiências traumáticas como essas forem repetitivas, ocorrerá lesão grave e permanente dos músculos levando à perda de fezes de forma involuntária.

16. Quais os outros mitos e verdades do sexo anal?

VERDADE: Orgasmo no sexo anal é possível.
Em entrevistas, muitos relatam orgasmos e com o sexo anal e com uma estimulação genital concomitante. Outros não experimentam, mas não vêem nisso uma derrota e sim, uma forma de aproximação, carinho e amor. As mulheres têm maior possibilidade do orgasmo quando praticam contrações musculares da vagina e da região pélvica que aumentam a excitação, somada ao efeito da fantasia excitante de estar sendo penetrada. Entre os homens, a estimulação da próstata e região facilita o orgasmo. A excitação aumenta também no sexo anal quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação. No entanto, a estimulação direta genital tem papel importante para se chegar ao clímax quando o sexo anal está sendo praticado.
VERDADE: O sexo anal é necessariamente um ato de dominação!
A dominação e a submissão fazem parte de muitos momentos eróticos e são aceitos normalmente pelos praticantes. Contudo, certas posições sexuais praticadas no sexo anal sugerem maior dominação de um lado e maior submissão do outro. Esses pensamentos negativos podem inibir o prazer, diminuir a excitação e favorecer a tensão dos músculos anais. O sexo anal deve ser evitado se é compreendido como uma expressão de poder.

MITO: O sexo anal sempre traz algum prejuízo ao corpo.
Não é verdade. A prática exige conhecimentos prévios de como fazê-lo de forma adequada entre homens e mulheres de qualquer orientação sexual (heterossexuais, homossexuais, bissexuais e transexuais). Nenhum prejuízo é causado por essa variação sexual se os dois parceiros a aceitam, a conhecem e a realizam com a técnica correta, com delicadeza e preparo psicológico. A agressividade, a dor e o sangramento são raros e resultam de contusões, lesões locais, gerando ansiedade e afastamento dos parceiros.
fonte: www.dnamulher.terra.com.br

Apimentando a Relação

Na incessante busca pelo aumento do prazer nas relações sexuais, cada vez mais, homens e mulheres, estão perdendo a vergonha de desbravar um sex shop, à procura de novidades para sair da rotina. Um dos produtos em maior evidência no momento é a bolinha explosiva. As bolinhas explosivas são esferas gelatinosas que contém um óleo corporal aromatizado em seu interior, este óleo é liberado quando a capa de gelatina da bolinha dissolve com o calor ou umidade. Esse produto foi desenvolvido para ser utilizado sobre a pele, após o banho. Contudo, algumas mulheres preferem introduzir as bolinhas na vagina, ou no ânus, para maior lubrificação, além de muitas vezes causar um efeito surpresa no parceiro.
Por se tratar de um local úmido e quente, a cápsula de gelatina amolece, e no momento da penetração rompe-se, exalando um aroma agradável, lubrificando e proporcionando uma relação sexual mais quente e prazerosa.


Como usar a bolinha?
Uma dica para potencializar o efeito da bolinha, além de manter a mesma intacta por um período um pouco mais longo, podendo ser realmente explodida durante a penetração, é colocar as bolinhas na geladeira por aproximadamente 15 minutos antes da utilização. Com isso, a bolinha resiste um pouco mais à umidade e ao calor da vagina, ou do ânus, e o óleo que está dentro toma um aspecto de gel, o que proporciona um incrível contraste de temperaturas e sensações.

Existe algum risco ao usar a bolinha?
O receio de usá-la e dar problema são comuns. Porém toda mulher deve ter a consciência que se a saúde de seu corpo estiver em dia não é o uso de um produto de nível alimentar que vai desencadear uma possível infecção. Recomenda-se ainda, a higienização da área a ser introduzida, com água e sabão, antes e depois do uso das bolinhas, para evitar que qualquer resíduo da bolinha possa gerar alguma irritação.
As bolinhas são encontradas em diversos sabores e odores. Algumas imitam o sabor de frutas, como morango e uva, entre outros.

Quer um exemplo, acesse http://www.delicesexshop.com.br/loja/cosmeticos/capsulas-explosivas/capsula-beijavel-coracao-morango-

Está dada a dica, visite a nossa loja virtual, a boutique sensual www.delicesexshop.com.br e você terá diversas opções para incrementar a sua relação sexual e surpreender o seu parceiro!

Dispareunia - Dores na penetração



Sentir dores ou desconforto na relação sexual é uma situação bem mais comum do que se pensa. Cerca de 66% das mulheres têm alguma queixa de dispareunia (dores na penetração). "Mas se o desconforto não for intenso, normalmente as mulheres não procuram a fonte da dor e acham uma forma de ir levando", revela Martins Rodrigues Júnior.

A penetração antes de a mulher se sentir devidamente lubrificada é o fator que mais provoca esse tipo de desconforto. Outras vezes, as causas são psíquicas (como conflitos emocionais ou dificuldades com o parceiro), mas há situações como inflamações, infecções e tumores na área genital que podem causar contrações e dores. Por isso, é importante não deixar nenhum tipo de sintoma sem diagnóstico e tratamento.

A dispareunia é considerada uma forma mais branda do vaginismo, uma contração muscular involuntária dos músculos da região que impede a penetração. Essa disfunção, que tem causas físicas e psíquicas (semelhantes às da dor na penetração), afeta cerca de 4,5% das mulheres atendidas em serviços de sexualidade.

Dependendo do caso, o tratamento tanto da dispaurenia como do vaginismo pode combinar a psicoterapia de tempo limitado com exercícios locais específicos e medicamentos que diminuem a ansiedade.

As dez contusões mais comuns durante o sexo



A empresa de pesquisas One Poll divulgou que cerca de 30% das pessoas já se machucaram praticando relações sexuais. Como qualquer atividade física, o sexo exige um pouco de preparo e pode, realmente, provocar lesões em várias partes do corpo.
Dependendo do local do ato sexual, o casal pode distender algum músculo ou até torcer alguma parte do corpo, dependendo do apetite de cada um, porém uma das lesões que mais me impressionou foi a fratura de corpo cavernoso peniano. Esta fratura ocorre principalmente quando o parceiro está muito excitado e portanto com o pênis muito rígido e sua companheira passa a ocupar a posição em que fica sobre ele e passa a cavalgá-lo voltada para seus pés. Em um movimento mais brusco inclinando para frente a fratura pode ocorrer. O sangre extravasa causando um grande hematoma e muita dor.
Conheça agora as dez lesões mais comuns durante o sexo.

1) Distensão muscular
O movimento repetitivo e por tempo prolongado, se for praticado por uma pessoa sedentária, pode gerar uma distensão muscular. Como qualquer atividade física, o sexo precisa de alongamento e preparo muscular. Provavelmente a relação sexual não vai provocar uma distensão grave, mas se já existir um estiramento, este poderá se agravar.

2) Dores na coluna
Em segundo lugar ficam as dores na coluna, que podem ser provocadas por posições menos convencionais e que forcem a região. O importante é tentar parar assim que sentir alguma dor, para não piorar o sofrimento.

3) Atrito com o carpete
O atrito do corpo com o carpete pode gerar queimaduras e feridas no corpo. Movimentos repetitivos neste tipo de piso podem passar despercebidos no momento mas, alguns minutos depois, é provável que você perceba esta lesão, que pode incomodar um pouco, mas não é motivo de preocupação.

4) Torcicolo
Movimentos bruscos durante o ato sexual pode gerar este tipo de desconforto, principalmente nas mulheres, caso seu companheiro puxe o cabelo com força desproporcional. Uma musculatura tensa favorece o surgimento da lesão.

5) Bater cotovelos ou joelhos
Se o local escolhido para a prática do sexo for um pouco apertado, poderá ocorrer um tipo de lesão provocada por um acidente. Bater cotovelos e joelhos pode ser comum e, em alguns casos, bem dolorido.

6) Hematoma nos ombros
Na hora da prática sexual, sempre pode sobrar um pé ou mão descoordenada que pode atingir o parceiro. Quedas e acidentes de percurso podem provocar alguns hematomas. Todo cuidado é pouco.

7) Joelho torcido
Para os que gostam de um sexo mais selvagem, cuidado, pois algumas lesões podem ser graves. Ao forçar o corpo sobre as articulações, você pode torcer o joelho e ficar algum tempo sem poder caminhar direito.

8)Pulso aberto ou torcido
Uma das posições mais comuns do sexo exige que o homem fique por cima da mulher, apoiado pelos pulsos. Sendo assim, não é de se estranhar que a lesão de pulso fique entre as dez mais comuns durante a prática sexual. Mais uma vez, vale a pena ficar atento aos incômodos na região dos pulsos.

9) Tornozelo torcido
Assim como a lesão no joelho, uma pressão exagerada pode comprometer também o tornozelo. É uma lesão bem menos comum, mas que pode ocorrer, dependendo da intensidade e do local onde está sendo praticada.

10) Dedos destroncados
Assim como os pulsos, os dedos estão expostos durante os movimentos sexuais. Um posicionamento mal elaborado pode gerar uma pressão desproporcional nas extremidades da mão, que pode gerar, inclusive, um deslocamento ou luxação dos dedos.
Por: Dr.Francisco Gonzaga.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Dicas sobre Sex Shop

Os Sex Shop, agora são boutiques eróticas, ganharam mais charme e até projeto assinado.
Lojas virtuais que oferecem sigilo absoluto são excelente opção. Você pode navegar, escolher diversos produtos, visualizar de diversos ângulos, no anonimato da internet e no aconchego do próprio lar.

Assim, as lojas tornaram-se mais convidativas até para quem nunca pensou em colocar os pés num estabelecimento do gênero. Pois foi o que revelou a atriz Julia Lemmertz em um programa de televisão, que visitou uma loja após tomar contato com o tema por meio de uma personagem. “Fiquei louca com aquele sex shop porque eu nunca tinha entrado realmente, fiquei horas lá dentro e vi coisas incríveis”, contou.
A cantora Rihanna também foi fotografada fazendo compras em uma loja do gênero em Paris, em maio. Além desses depoimentos, que podem estimular consumidores que nunca tiveram contato com acessórios sensuais e sexuais, o mercado oferece objetos bonitos, charmosos, divertidos e, claro, funcionais. Uma caneta ou vidro de esmalte que, na verdade, são vibradores, assim como bonequinhos etc.  Confira então 23 questões sobre o tema e perca a vergonha:
1 – Por que ir a uma butique erótica? Desejo ou necessidade?
Vale se guiar pelas duas coisas. Você pode simplesmente entrar em butiques eróticas para comprar algo para se divertir e apimentar a relação ou entrar com algum desafio íntimo específico e lá encontrar uma solução. Independentemente da escolha: diversão ou resolução, sempre sua atitude vai aquecer o relacionamento, desde que seu parceiro(a) também tenha uma mente aberta para “brincar” junto, disse uma consultora de relacionamentos.
2 – São elas que decidem
São as mulheres que decidem introduzir objetos na relação, apesar de que homens cada vez mais participam da escolha dos itens. Depois que compram alguma coisa, os objetos passam a fazer parte da vida da pessoa. Não é que ela vai usar o vibrador em todas as relações, por exemplo, mas vai diversificar, usar um óleo, outro brinquedo, etc.
3 – Apimentar a relação
É a principal intenção de quem freqüenta lojas do gênero. Melhora qualidade de vida do ponto de vista sexual, disse Eliana Roman, professora de educação física, membro do Ambulatório de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC e que criou o método Sexy Fitness, que mistura ginástica com artes sensuais. Há as noivas que querem trazer algo especial à relação e as casadas há mais de 10 anos. Independentemente do perfil, elas pensam em seduzir, fantasias, afirmou.
4 – Qualidade de vida
Para algumas consumidoras, no entanto, o uso de objetos encontrados em lojas eróticas tem finalidade que vai além do prazer. São mulheres que buscam melhorar a saúde da região íntima, para garantir uma vida sexual saudável, mas também evitar alguns problemas como incontinência urinária. Quando tem conhecimento do que alguns acessórios podem fazer, vai com as duas finalidades, seduzir e ter qualidade de vida.
5 – Saber a finalidade
É importante saber a finalidade do produto antes de comprá-lo. Acessórios, mesmo parecidos, podem ter sido feitos para resultados diferentes. A maioria das pessoas que entra numa butique erótica não vai com uma idéia definida, e sim vai para ver o que tem. Está em busca de algo, que não sabe exatamente o que é, e acabam acatando a sugestão de vendedor. Outra sugestão é buscar informações sobre os produtos em sex shops virtuais, como a Delicesexshop.com.br
6 – Conversa técnica
A conversa com o vendedor precisa ser bem técnica com explicações precisas de como funcionam os acessórios. Uma demonstração prática com outros objetos é recomendada para que o cliente saiba como usar. Precisa ser dessa forma, não é roupa, é como comprar um aparelho eletrônico ou de informática, se uma pessoa que não entende fica só olhando, não vai saber como funciona.
7 – Novo consumidor
A maioria dos clientes é formada por casais jovens que querem apimentar a relação ou experimentar coisas novas. Nas butiques sensuais, mulheres na faixa dos 30 a 35 anos são as principais freguesas. Elas entram com curiosidade, já leram sobre ou uma amiga comentou, elas têm uma idéia do que querem, mas não sabem com certeza nem como funciona
8 – Homem ou mulher
A diferença hoje é pequena entre os consumidores homens e mulheres, numa proporção de 40% e 60%. O que acontece é que independentemente de quem comprou, o produto é usado pelo casal, em 90% das vezes.
9 – Qualidade
É preciso ter cuidados redobrados na hora de comprar produtos eróticos, pois muitos ficarão em contato com mucosas. Tem de ter qualidade e verificar alguns detalhes como, por exemplo, se os pesos de fortalecimento do assoalho pélvico têm fios de polietileno, que são laváveis.
10 – Vibradores
Os vibradores estão entre os campeões de venda nas lojas e podem ser encontrados em diversas versões, desde os realísticos até os disfarçados de patos, bonecos de toy art, itens de maquiagem. Os modelos variam dos estimuladores para a região do clitóris, passam pelos básicos, que são apenas introduzidos, depois partem para os que também fazem a estimulação clitoriana e os mais equipados, que são introduzidos e estimulam as regiões do clitóris e anal. Em todos os tipos, há uma enorme variedade de cores, materiais, tamanhos e detalhes, como os estampados de corações ou com aplicação de cristais.
11 – Cosméticos
É indispensável comprar produtos seguros para aplicação na pele ou em mucosas. Os cosméticos devem ter sido aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e ter sido fabricado por uma indústria cosmética ou química, cujos dados, como CNPJ, estejam claros na embalagem.
12 – Artigos de borracha
Borrachas de diferentes tipos ou silicone constituem o material de muitos produtos vendidos em butiques eróticas. Mas no Brasil não existe uma legislação específica que regulamenta padrões ou qualidade dos produtos do gênero. É aconselhável, portanto, observar a apresentação geral dos produtos, escolher os que tiverem fabricante com CNPJ, numa embalagem de qualidade e não violada e o aspecto geral do item, como ausência de rebarbas, sujeiras, manchas.
13 – Seguir a indicação de uso
Para a compra ser eficiente, é necessário saber a função e como utilizar o produto. E, no caso de cosméticos, é importante respeitar o modo e a quantidade de aplicação. Um gel de estímulo para o clitóris, por exemplo, deve ser colocado em pouca quantidade.
14 – Saúde em dia
Não faça uso de cosméticos ou objetos para introduzir na região íntima se houver irritações, corrimentos ou outras situações anormais. E também converse com seu médico sobre o uso durante os períodos menstruais. Se for liberada para usar, tenha cuidado redobrado na limpeza.
15 – Campeões de venda
São os cosméticos, como os funcionais, de estimulo à excitação, os prolongadores de ereção e os facilitadores de sexo anal. Há também os óleos para massagem e outros para brincar como o musse que parece chantilly e que pode ser ingerido.
16 – O preferido dos homens
Eles gostam de comprar roupa íntima. Não tanto fantasia, mas mais o fetiche da lingerie.  Nelma Penteado diz que eles são fãs de DVDs, estimuladores e também de cosmética íntima.
17 – O preferido das mulheres
Os estimuladores de clitóris são os campeões. Mas também procuram acessórios para brincadeiras, como algemas. E cosméticos. Na Delicesexshop.com.br, os vibradores são campeões e tem crescido a procura por anéis penianos com vibrador, para dar sensações para o homem e para a mulher. E as fantasias clássicas, de enfermeira, policial e colegial sempre têm procura.
18 – Como escolher
Primeiro faça uma pesquisa na internet. Discuta com a pessoa amada, o que seria interessante para os dois. Vá a um lugar de confiança e procure as opções, ou mesmo encomende pela net, com o risco de você não poder testar (sentir o cheiro, a textura etc.) na hora, afirmou Nelma Penteado.
19 – Como começar
Segundo Eliana Roman, parceiros que nunca experimentaram algum cosmético ou acessório e não tem o hábito de fazer brincadeiras ou fantasiar, podem começar inserindo uma lingerie sensual na relação; a mulher pode usar também salto alto. As que já sabem e gostam de brincar com sua sensualidade, podem partir para outros objetos. Para começar a usar acessórios, não vale chegar com o aparelho sem ter tido uma conversa antes com o parceiro ou ter certeza de que ele toparia usar. É e melhor sempre já ter entrado num acordo antes de ir à loja.
20 – Preço
Assim como em outros segmentos, só o preço não é sinônimo de qualidade. Existem produtos para todos os bolsos. Há de se observar a qualidade e a procedência sempre, porém você encontra produtos ótimos por preços acessíveis também, disse a consultora de relacionamentos Nelma Penteado.
21 – Onde buscar referência
Muitas butiques têm vendedores mal-informados e que querem empurrar mercadoria. Isso em todo segmento, não apenas no erótico. Então o ideal é escutar o vendedor, sim, mas seguir o que seu coração deseja. Procure perceber se o vendedor responde as suas perguntas com clareza, oferece idéias e opções. Já é um indício de que sabe o que esta falando, disse Nelma. A consultora também recomenda uma boa pesquisa na Internet. E lembra que a dica de amigos pode servir, com a ressalva de que o que serviu para uma pessoa pode não vai servir para você, mas na dúvida sempre é melhor fazer, do que não fazer.
22 – Cuidados na compra
Observar a embalagem se esta gasta ou violada. Observar data de validade. Observar cheiro, pois um odor desagradável indica que o produto tem algum problema. E também ver onde fica estocado, se em prateleira, caixa no chão, gaveta.
23 – Onde guardar
Depende do contexto da casa, e pode ser algo natural ou que deve ser guardado. Para a última opção, o que não faltam são esconderijos camuflados, como bichos de pelúcia com zíper para guardar os itens ou objetos disfarçados de escova, bichos ou lingerie, fechados com cadeado. Já Nelma Penteado recomenda ter uma espécie de gaveta secreta perto da cama.  Há também frasqueiras com chave, que se parecem com estojos de maquiagem.